quinta-feira, 23 de junho de 2016

FLORES DO PLANALTO


Flores do Planalto de Mueda, ou Planalto dos Macondes, como também era conhecido, em Cabo Delgado.
Instantâneos felizes de Américo Francisco.
Moçambique é um Jardim!




GONZAGA COUTINHO

Arrepiantes estes acordes de Saudade, na voz dum músico moçambicano!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

WIMBI, A PRAIA DOS SONHOS


Mergulho em sonhos de espuma
De areias e maresia
Não me seduz praia alguma
Como Wimbi seduzia!

              Zinho Pemba






sábado, 11 de junho de 2016

ANITA MACUÁCUA

Ritmo e dança....

"EU RESPEITO INHAMBANE"

Eu, também. Ou não seja aquela cidade moçambicana conhecida pela Terra da Boa Gente!

MÚSICA MOÇAMBICANA


BENDITO SOL!

Agora, que ele, ainda tímido e soluçante, vai aparecendo nesta costa atlântica, volto a recordar a saudade daquele astro-rei que beijava a Baía de Pemba, prenhe do seu calor e dos encantos que a bordejam!

quinta-feira, 24 de março de 2016

OLHANDO OS CÉUS

Olhando os Céus da Bélgica, de Moçambique, de Portugal, lá no Alto, onde repousam familiares e amigos, nesta Páscoa de Sacrifício e Redenção.
O meu respeito e o silêncio de Paz, nos acordes da guitarra de Mauro Samuel.



domingo, 18 de outubro de 2015

57º ANIVERSÁRIO DE PEMBA

 Mais um aniversário da bela cidade que não há como esquecer.
Aquela onde nasceram duas das minhas filhas e a quem dedico, a par de PEMBA, este Sol que há-de brilhar sempre naquela terra e nas vidas dos que lá nasceram, viveram ou vivem!
Parabéns, Pemba!

sábado, 18 de julho de 2015

quarta-feira, 1 de julho de 2015

quinta-feira, 25 de junho de 2015

PARABÉNS, MOÇAMBIQUE!

 Celebra-se, hoje, mais um aniversário da Independência de Moçambique.
O Parro Macua, felicita todo o Povo moçambicano, fazendo votos para que aquele País irmão, pelo Passado e pela Língua, encontre os caminhos certos que permitam um Futuro de Bem Estar para todos.
PARABÉNS, MOÇAMBIQUE!

sábado, 18 de abril de 2015

XENOFOBIA É CRIME!

Sem mais palavras. Mia Couto disse tudo! NESTA CARTA

Carta aberta do
Presidente da “Fundação Fernando Leite Couto”,
Mia Couto
Contra o genocídio de moçambicanos na África do Sul
Exmo. Senhor Presidente Jacob Zuma
Lembramo-nos de si em Maputo, nos anos oitenta, nesse tempo que passou como refugiado político em Moçambique. Frequentes vezes nos cruzámos na Avenida Julius Nyerere e saudávamo-nos com casual simpatia de vizinhos. Imaginei muitas vezes os temores que o senhor deveria sentir, na sua condição de perseguido pelo regime do apartheid. Imaginei os pesadelos que atravessaram as suas noites ao pensar nas emboscadas que congeminavam contra si e contra os seus companheiros de luta. Não me recordo, porém, de o ter visto com guarda costas. Na verdade, éramos nós, os moçambicanos, que servíamos de seu guarda costas. Durante anos, demos-lhe mais do que um refúgio. Oferecemos-lhe uma casa e demos-lhe segurança à custa da nossa própria segurança. É impossível que se tenha esquecido desta generosidade.
Nós não a esquecemos. Talvez mais do que qualquer outra nação vizinha, Moçambique pagou caro esse apoio que demos à  libertação da África do Sul. A frágil economia moçambicana foi golpeada. O nosso território foi invadido e bombardeado. Morreram moçambicanos em defesa dos seus irmãos do outro lado da fronteira. É que para nós, senhor Presidente, não havia fronteira, não havia nacionalidade. Éramos, uns e outros, irmãos de uma mesma causa e quando tombou o apartheid a nossa festa foi a mesma, de um e de outro lado da fronteira.
Durante séculos, emigrantes moçambicanos, mineiros e camponeses, trabalharam na vizinha África do Sul em condições que pouco se distinguiam da escravatura. Esses trabalhadores ajudaram a construir a economia sul-africana. Não há riqueza do seu país que não tenha o contributo dos que hoje são martirizados.
Por todas estas razões, não é possível imaginar o que se está a passar no seu país. Não é possível imaginar que esses mesmos irmãos sul-africanos nos tenham escolhido como alvo de ódio e perseguição. Não é possível que moçambicanos sejam perseguidos nas ruas da África do Sul com a mesma crueldade que os polícias do apartheid perseguiram os combatentes pela liberdade, dentro e fora de Moçambique. O pesadelo que vivemos é mais grave do que aquele que o visitava a si quando era perseguido político. Porque o senhor era vítima de uma escolha, de um ideal que abraçou. Mas os que hoje são perseguidos no seu país são culpados apenas de serem de outra nacionalidade. O seu único crime é serem moçambicanos. O seu único delito é não serem sul-africanos.

Senhor Presidente
A xenofobia que se manifesta hoje na África do Sul não é apenas um atentado bárbaro e cobarde contra os “outros”. É uma agressão contra a própria África do Sul. É um atentado contra a “Rainbow Nation” que os sul-africanos orgulhosamente proclamaram há uma dezena de anos. Alguns sul-africanos estão a manchar o nome da sua pátria. Estão a atacar o sentimento de gratidão e solidariedade entre as nações e os povos. É triste que o seu país seja hoje notícia em todo o mundo por tão desumanas razões.
É certo que medidas estão a ser tomadas. Mas elas mostram-se insuficientes e, sobretudo, pecam por serem tardias. Os governantes sul-africanos podem argumentar tudo menos que estas manifestações os tomou se surpresa. Deixou-se, mais uma vez, que tudo se repetisse. Assistiu-se com impunidade a vozes que disseminavam o ódio. É por isso que nos juntamos à indignação dos nossos compatriotas moçambicanos e lhe pedimos: ponha imediatamente cobro a esta situação que é um fogo que se pode alastrar a toda a região, com sentimentos de vingança a serem criados para além das suas fronteiras. São precisas medidas duras, imediatas e totais que podem incluir a mobilização de forças do exército. Afinal, é a própria África do Sul que está a ser atacada. O Senhor Presidente sabe, melhor do que nós, que ações policiais podem conter este crime mas, no contexto atual, é preciso tomar outras medidas de prevenção. Para que nunca mais se repitam estes criminosos eventos.
Para isso urge tomar medidas numa outra dimensão, medidas que funcionam a longo prazo. São urgentes medidas de educação cívica, de exaltação de um passado recente em que estivemos tão próximos. É preciso recriar os sentimentos solidários entre os nossos povos e resgatar a memória de um tempo de lutas partilhadas. Como artistas e fazedores de cultura e de valores sociais, estamos disponíveis  para de enfrentar juntos com artistas sul-africanos este novo desafio, unindo-nos às inúmeras manifestações de repúdio que nascem na sociedade sul-africana. Podemos ainda reverter esta dor e esta vergonha em algo que traduza a nobreza e dignidade dos nossos povos e das nossas nações. Como artistas e escritores queremos declarar a nossa disponibilidade para apoiar a construção de uma vizinhança que não nasce da geografia mas de um parentesco que é da alma comum e da história partilhada.
Maputo, 17 de Abril de 2015
Mia Couto
Presidente da Fundação Fernando Leite Couto

quarta-feira, 15 de abril de 2015

QUE VIVAM OS POETAS...

... e se celebre esta  saudosa Grande Senhora e Poetisa, que também foi de Pemba, onde terá bebido inspiração para muitos dos seus belos poemas!

POEMA DA SOLIDÃO DO VENTO / PARTITURA

É o vento.
O vento vivo e claro
que percorre e não prende
o corpo nu das árvores.
É o vento.
O vento que se inclina
junto às portas fechadas
e tateia as vidraças
com longos dedos de ágata.
É o vento.
O vento que se humilha
– e partirá tão só
como à chegada.
Glória de Sant’Anna in Amaranto, (p.121) 1988, Imprensa Nacional –Casa da Moeda
PARTITURA para POEMA DA SOLIDÃO DO VENTO

terça-feira, 7 de abril de 2015

PARABÉNS, MULHER MOÇAMBICANA!

 A Mulher que é mãe
que trabalha e protege
os frutos do seu amor
que lhes ensina também
as normas por que se rege
na vida com pundonor!

       Zinho Pemba

Parabéns à Mulher moçambicana, neste dia que lhe é consagrado!

segunda-feira, 30 de março de 2015

DE COSTA A COSTA




 Podiam ser! Mas, não são imagens da baía de Pemba, de Wimbi, da Maringanha. São da outra Costa, onde as belezas naturais se prolongam e onde se comunica, igualmente, no idioma que Camões celebrou. Luanda, na Angola irmã!


Fazendo pela vida!




























Luanda, com uma Baía Majestosa


domingo, 29 de março de 2015

IMAGENS DA MEMÓRIA

Muaguide (Meluco), 1973.
O, então,  Posto Administrativo.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

PEMBA, MUSA DA SAUDADE..

... para a Leonor Miranda Barata, que foi, também ela, uma jovem de Pemba.
E que não esqueceu aquela cidade moçambicana, beijada por uma das baías mais encantadoras do Mundo. Lá voltou, neste lado do tempo, para visita de saudade.
É dela este poema singelo, com a leveza e frescura que a própria autencidade de Pemba inspira.




terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

POESIA DE COSTA A COSTA... "Sou da mesma terra que tu"....

.... onde se respira a África mítica que vive em muitos de nós.
Neste poema, podemos sorver a sua luz, os seus cheiros, vivenciar os seus usos e costumes,  nas asas dos versos cantados na Lingua imortal de Camões, que ainda se celebra naquelas terras onde também tivemos chão.

"Sou da mesma terra que tu", é um dos poemas de ANA PAULA LAVADO, na sua obra "Um Beijo... Sem Nome", Corpos Editora, 2008.

Sou da mesma Terra que Tu

Quando te disse
que era da terra selvagem
do vento azul
e das praias morenas...
do arco-íris das mil cores
do sol com fruta madura
e das madrugadas serenas...

das cubatas e musseques
das palmeiras com dendém
das picadas com poeira
da mandioca e fuba também...

das mangas e fruta pinha
do vermelho do café
dos maboques e tamarindos
dos cocos, do ai u’é...

das praças no chão estendidas
com missangas de mil cores
os panos do Congo e os kimonos
os aromas, os odores...

dos chinelos no chão quente
do andar descontraído
da cerveja ao fim de tarde
com o sol adormecido...

dos merengues e do batuque
dos muquixes e dos mupungos
dos imbondeiros e das gajajas
da macanha e dos maiungos...

da cana doce e do mamão
da papaia e do caju...

e tu sorriste e sussurraste
“Sou da mesma terra que tu!”

ana paula lavado in "Um Beijo... Sem Nome", Corpos Editora, 2008


Bibliografia da autora:  "Vozes do Vento", Papiro Editora, 2007; "Um Beijo... Sem Nome", Corpos Editora, 2008 e "Mentes Perversas e outras Conversas", Edium Editora, 2012.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

NÃO A PLÁGIOS! - "Sou da mesma terra que tu"

 Tendo-me deparado, pela net, penso que no Face, com um poema que me agradou imenso, ao ponto de o trazer a esta Página, com indicação de autoria, depois de alertado, verifico ser plágio dum  dos poemas da obra "UM BEIJO... Sem Nome", Corpos Editora 2008, de autoria de Ana Paula Lavado.
 Porque, para lá do plágio, aquele poema terá sido adulterado, e porque não pactuo com usurpação dos direitos de quem cria, eliminei o post.
 Fica o pedido de desculpas à autora. Procurarei ser mais cuidadoso na verificação da autoria de peças que, eventualmente, venha a publicar neste Blog, para evitar situações como a ora ocorrida!


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

MAIS PEMBA...

.... que não cansa e mitiga a saudade!

sábado, 18 de outubro de 2014

56º ANIVERSÁRIO DA CIDADE PEMBA

 Mais um passo! Nova etapa, para agarrar o Futuro!
Parabéns, Pemba!

" Olhando o Futuro com Esperança”." Sempre!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DAS NUVENS, VÊ-SE PEMBA!

Já andou por aqui, mas não cansa rever Pemba e aquela baía da saudade!

PARABÉNS, MONTEPUEZ!


Está, hoje, de parabéns aquela terra amiga, que conheci bem e em cuja Concelho trabalhei, em tenros anos. Terra vermelha, duma pujança imensa, que lhe vai valendo o estatuto de capital do algodão, para lá da exploração mineira.
Parabéns a todos os naturais, os que lá vivem ou viveram e que o Progresso e Bem-Estar das Gentes de Montepuez, seja uma realidade, a breve prazo!


domingo, 28 de setembro de 2014

PEMBA VIVA!

 Não sei se alguém, que lá haja vivido, consegue esquecer. Eu, não. Lembro-a, quase todos os dias, com um misto de prazer e saudade!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

FELICIDADES, POVO MOÇAMBICANO!




De parabéns, pelos 39 anos de Independência que hoje celebram, que o Futuro dos moçambicanos seja de Paz, Democracia e Prosperidade!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

MAPUTO NA MADRUGADA

Uma imagem de rara beleza, na objectiva do Paulo Pires Teixeira: Maputo, na madrugada de ontem....

domingo, 8 de junho de 2014

UMA TRILOGIA DE SONHO

 Que começa naquela terra encarnada da região de Montepuez, a capital algodoeira de Cabo Delgado, tem continuidade na bela cidade capital da Província mais a norte de Moçambique e que é a bela guardiã duma das mais belas baías do Mundo e termina na Ilha do Ibo, aquele pedaço de terra cercado pelas águas do Índico e que é um local histórico, de miscigenação e encontros de Culturas......





segunda-feira, 7 de abril de 2014

DIA DA MULHER MOÇAMBICANA




 Hoje, em Moçambique, é o Dia da Mulher Moçambicana.
 Dia das capulanas vistosas e da pele aveludada pelo mussiro.
 Parabéns a todas as moçambicanas! Em especial, para as macuas de Pemba, a terra que eu nunca esqueço e que foi berço de duas meninas que, hoje, também são mulheres!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

SALPICOS DA MEMÓRIA

A NOITE DOS MORTEIROS
Viviam-se os últimos meses do já longínquo ano de 1973. Ancuabe, uma povoação de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, era uma zona onde a guerrilha independentista vinha fazendo um esforço intensivo no seu programado avanço para Sul, recorrendo, quer à conquista para a causa, das populações dos muitos aldeamentos implantados na região, quer a acções de força, de afirmação, violentas.
Ali, para lá das milícias, ou guardas-rurais, que a guarneciam, estava sediada uma força militar, comandada por um capitão graduado, que, mais do que operações no mato, numa fase em que já era notório um calar das armas, por força dos ventos que iam soprando, gastava os dias em caçadas pelas imediações e no despejo das Laurentinas pelas cantinas do povoado.
Era ali que os meus pais viviam e faziam pela vida, desde há muito tempo. O meu pai, depois da SAGAL, funcionário do IAM e a minha mãe, após uns anos de professorado, no comércio. Eu, que, desde 1967, integrado no Quadro Administrativo, passara por Namuno, Balama, Metooro e Muaguide, e no próprio Ancuabe,  com cerca de 72 meses de permeio, a cumprir o serviço militar, ia vivendo nas casas que o Estado destinava aos seus funcionários, em Outubro de 1973, por ter abandonado o serviço público (por aziaga opção), passei a viver numa pequena moradia (na imagem, em foto recente), numa das duas que os meus pais haviam comprado à SAGAL, enquanto com eles me aventurava numa campanha de algodão, para o que desbravámos, com recurso a maquinaria, algumas centenas de hectares de mato, que a terra era virgem e fértil.
Mesmo não se abordando muito o assunto, era consensual, no íntimo dos residentes, que a situação na zona deixava antever, a qualquer momento, uma demonstração de força por parte da Frelimo, com um ataque à povoação.
Numa noite de data que nunca fixei, mas que não estaria distante do Natal daquele ano, cerca das três da madrugada, acordei em sobressalto, com o “ribombar” de morteiradas que a minha experiência militar apontava para granadas de 81 ou 82. Iam caindo e ecoando no morro sobranceiro, com alguma regularidade, quando me dispus a sair para fora de casa armado com uma .300, a arma com que, de quando em vez, ia em busca de alguma carne para a geleira.
Comigo, levei a esposa e a filha de pouco mais de um ano.
A casa situava-se a uns 100 metros do núcleo habitacional de Ancuabe, na saída para a Mesa. Estava ladeada por um pequeno terreno de girassol e um campo de milho mais vasto, este último propriedade dos residentes num núcleo de palhotas do aldeamento contíguo.
Foi, para o vasto milheiral que entendi levar os familiares, onde lhes recomendei para se sentarem e se manterem em silêncio.
Entretanto, fui-me abeirando, só, da orla, junto à picada, de onde teria mais campo de observação para a parte central de Ancuabe, onde os meus pais pernoitavam, a uns 100 metros, no intuito de ter mais percepção do que se estava a passar, já que, para lá dos rebentamentos, não se ouviam tiros de armas ligeiras.
Foi quando vi um vulto à porta de minha casa, chamando. Aproximei-me e reconheci o meu cozinheiro, o Amisse, que residindo numa palhota nas imediações do Quartel, me informou, mais espavorido do que eu, que não havia ataque algum por parte dos guerrilheiros, mas que era, sim, a tropa quem estava a “despachar” morteirada para o morro....e whisky e cerveja para o próprio bojo.
Voltei, então, a entrar no milheiral, onde havia deixado os familiares, que pensava ir encontrar sós, e espantei-me. Para lá da esposa e da filha, estariam por entre o milho, junto a elas, umas largas dezenas de mulheres e crianças, que teriam vindo do aldeamento próximo. Não lhes ouvi um suspiro, um ai, um ruído de passos na aproximação.
Tal silêncio, ainda hoje é objecto de admiração, quando se evocam aqueles momentos. Como o é o facto de terem por reacção instintiva escolhido como porto de abrigo seguro o local junto à minha residência e intuido o ponto exacto onde havia “escondido” os meus familiares.
Disse-me, depois, a esposa, que aquelas mulheres iam lá casa com frequência, trocar farelo de milho (para os galináceos) por sal e que, também, ofereciam mangas.
Quando amanheceu e, com outros residentes, nos dirigimos ao quartel militar, pedindo explicações, ficámos a saber o que, em parte, já palpitávamos. O capitão e os dois alferes da guarnição, que haviam recebido o reforço de mais um alferes checa, no dia anterior, depois de o exercitarem, e se exercitarem, nos exercícios do Baco e das suas etílicas proezas, haviam, noite alta, “praxarem-no” com um virtual ataque dos guerrilheiros.
Mas, se este acto pouco edificante por parte dos militares foi perdoado e depressa esquecido, o que me não sai da lembrança, é a forma como aquelas mulheres, com as suas crianças, se comportaram, reagindo ao medo, com um silêncio sepulcral, bem juntos da minha Família, sua vizinha!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

EUSÉBIO - A TERNURA DUM ADEUS!

 
 O Rei deixou-nos. Partiu para um outro Espaço. O "Menino de Mafalala", que tantas alegrias e glórias deu a todos os portugueses e moçambicanos e encheu de orgulho uns e outros, partiu para outra morada. Fica connosco, para sempre, a memória dum génio de Alma simples, com a humildade que nem a Fama beliscou, em 71 anos de vida.
  Obrigado, EUSÉBIO, pelos momentos felizes que proporcionaste aos meus anos de juventude e pela forma como sempre soubeste estar na vida! KANIMAMBO!
 Esta imagem da foto, transmite-nos toda a ternura que despertaste, por aqui e pelo Mundo que de ti, neste dia triste, em respeito,  se despede!

  Repousa em Paz!

domingo, 5 de janeiro de 2014

WIMBI, 2014...

... na objectiva da Sameiro Faria Cepêda.
Aquele Por de Sol na Baía de Pemba, vai para lá do sonho.......


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

SONHAR PEMBA

  Já lá vão décadas. Outras poderiam vir, que Pemba, a ex-Porto Amélia, continua na retina e na Alma de muitos que lá nasceram e viveram. as paisagens, as suas Gentes, deixaram marcas indeléveis na maioria dos que fizeram daquele rincão a terra sua. Bate a saudade, que não envergonha. Sonha-se com a Baía, que de sonho é a sua imagem. E, quanto mais nos afasta o tempo, mais nos aproxima o desejo de rever aquele chão macua.
 Estas imagens de mão amiga, são de tudo isso uma prova insofismável dos elos que ligam muitos de nós aquele Paraíso no Índico, com Gente dentro, que vai sabendo receber....
Obrigado, Francisco, pela partilha!



sábado, 21 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS, MACUAS....

... e todos os amigos e visitantes.
Fica a promessa duma maior atenção a este espaço no Novo Ano, pedindo desculpa por algum ostracismo a que esta Página, por motivos diversos, foi votada. Que não merecia....

BOAS FESTAS!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PARABÉNS, PEMBA...

... a cidade linda, capital de Cabo Delgado, que , hoje, celebra o seu 55º aniversário!
Parabéns a todos os que nasceram, viveram e habitam aquela cidade que tem por cartão de visita uma das mais belas baías do mundo e as praias da minha saudade!

 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Uma "HISTÓRIA DE MOÇAMBIQUE"

 Mais "virado" para a leitura, por força das circunstâncias de saúde, estou a reler um livro que devo ter adquirido no final dos anos noventa. É de autoria do inglês Malyn Newitt (Profesor de História na Universidade de Exeter, no Reino Unido). Relata-nos factos da História de Moçambique, desde o século XV até há pouco mais de uma década. São quinhentas e tal páginas de reposição de factos passados, de muito interesse para quem gosta de Moçambique, a maioria dos quais desconhecia, em absoluto.
  Deliciosas as páginas que se debruçam sobre a evolução histórica das Quirimba, em especial do IBO, nas suas vertentes sócio económicas e no cruzamento de etnias, religiões e culturas, ao longo dos séculos!

 

 
Sem qualquer intuito promocional, que não conheço o autor nem editor, fica a capa e a contracapa.













domingo, 11 de agosto de 2013

R.I.P. NAMARROCOLO!

 Finou-se este amigo. Residente em Pemba desde os primeiros anos de vida, ali cresceu, estudou e viveu até alguns anos depois da Independência. Piloto da Aviação Civil, em Cabo Delgado, era filho do Senhor Coelho das "carreiras", como os populares conheciam aquele que foi o pioneiro dos transportes colectivos terrestres por toda o antigo Distrito do Norte de Moçambique. 
  O António Coelho, o meu amigo Tó, partiu para outro espaço, mas ficará sempre na minha memória e na de muitos amigos que soube ir reunindo ao longo duma vida digna e de trabalho. 
  O vazio que sinto é não termos acabado, por falta de tempo,  a conversa do último encontro. Ficou a meio. No próximo reencontro, está prometido, no repouso eterno, lhe daremos epílogo.
  Olha por nós, companheiro e repousa em Paz, junto ao Deus que sempre te guiou os passos terrenos!

Foto do nosso amigo Jaime Gabão, in Forever Pemba.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Por Maputo Julho 2013

Aquele mar imenso numa costa de sonho....





sábado, 27 de julho de 2013

ARTE FOTOGRÁFICA

 Se esta foto do Rui Rita participasse num Concurso Fotográfico, duvido que qualquer outra me desviasse o voto desta imagem tão bem conseguida e expressiva!
 Lá, em Palma, Cabo Delgado!


terça-feira, 9 de julho de 2013

RAMADÃO

Iniciou-se, hoje, para a comunidade muçulmana, o período do Ramadan.
Para todos os crentes desta Religião que iniciam um largo período de jejum ritual (saum, صَوْم), votos sinceros dum 

abençoado Ramadan!



terça-feira, 25 de junho de 2013

PARABÉNS, MOÇAMBIQUE!


  São trinte e oito anos de Independência, pouco mais de três décadas desta jovem Nação, que hoje está de parabéns!
  Não foi fácil o caminho. Nunca o escondemos e não somos hipócritas: a descolonização, sendo inevitável, foi atabalhoada, não respeitou a vontade e os direitos de toda a população, Muito menos, curou de deixar sólidas bases para a construção harmoniosa dum novo País, com concórdia e liberdade de escolha, que lhe garantisse a Paz necessária a um desenvolvimento material e social. Mas, foi assim, não importa, agora, perdermos tempo a olhar só para o Passado.
  O que importa é o Futuro e é a pensar nele, no futuro de Moçambique e das suas Gentes, com quem partilhei eu e Família, parte das nossas vidas, que deixo sinceros votos de que aquele País irmão, de Passado e Língua comuns,  se assuma como um foco africano de Democracia e Liberdade, onde, mais do que a força das armas, os partidos decidam pela força da Razão e na prossecução dos reais interesses do seu bom Povo.
PARABÉNS, MOÇAMBIQUE!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

CORES DE FOGO...

... naquele Sol poente, que se despede de Pemba, num vermelho vivo.
Fotos de Américo Baixinho, que tem o privilégio de o admirar, ao vivo....e a cores!



quarta-feira, 5 de junho de 2013

A onda moçambicana dos anos 60!

 Tal como em Portugal, a tendência musical que varreu toda a Europa nos anos sessenta, como uma onda gigante, também banhou Moçambique. Para lá de muitos outros, sediados na então lourenço Marques, Nampula e outras cidades, na Beira destacaram-se 2 conjuntos: "Os Rebeldes" e "Os Apaches", a coqueluche  de gente jovem e menos jovem. Era a "beatlomania" que ia fazendo eco em festivais de Rock, em festividades e em salões de baile. Muitos dos jovens elementos que integravam estes grupos, tantas décadas depois,  continuam a dedilhar as cordas das suas guitarras e a fazerem o que sempre fizeram, com mestria: a música! Longa vida, para eles!


segunda-feira, 3 de junho de 2013

ANCUABE!

Post provisório......Que aquela terra saudosa me merece mais e melhor narrativa....


sexta-feira, 31 de maio de 2013

HÁ MEIO SÉCULO...

... nas Quedas do Lúrio, uma das belezas naturais de Cabo Delgado, procurada pelas Gentes locais e por todos os que escolheram o Norte da terra moçambicana para fazerem vida.
  Na foto, o casal ALMEIDA, meus pais e um dos meus irmãos , de Ancuabe, onde tinham residência e desenvolviam a sua actividade, numa das frequentes visitas àquela aprazível trecho do Lúrio, que, no seu imaginário, seria como, ainda adolescentes, saírem das serranias da Beira Alta, para um banho nas praias de Espinho ou Mira, quando o Verão era convidativo.
 Era a adaptação ao ambiente local, que haviam adoptado como seu, com o sortilégio que só as gentes lusas têm de se irmanarem nos usos e costumes das terras que demandaram.
 As Quedas lá continuam, com beleza viva, a acenarem-me com todas as recordações familiares, convidando-me a uma visita e ao tão sonhado reviver das emoções da juventude. Até um dia?!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O CARVÃO DE TETE


Ontem, podemos ver, através duma reportagem da SIC, o desenvolvimento mineiro que vem ocorrendo em Tete. É o Progresso em marcha. Que seja para benefício dos moçambicanos!....

Aqui:

CARVÃO DE TETE, NA SIC!

terça-feira, 30 de abril de 2013

MOÇAMBIQUE NA SIC!

Começou, ontem, uma série de reportagens sobre Moçambique. Gostei de ver a primeira. Levou-me a recantos da minha juventude e permitiu-me rever o casal Faria, uma Familia de pioneiros que dedicaram toda uma vida àquela terra linda, ali junto à Baía mais bela!
Aguardo, ansioso, pelos próximos programas!

Basta um clic e.....

AQUI, PEMBA!

domingo, 28 de abril de 2013

O Cruzamento do Almeida (ANCUABE)

Não quero, nem vislumbro que ganharia com isso, em vir aqui ao Parrot, enaltecer a imagem dos meus falecidos pais. No entanto, as fotos que me chegaram, via mão amiga, de locais que foram de labuta, de amor e dedicação à terra, por parte dos meus ascendentes directos, evocaram-me factos de que, sem disso fazer alarde, ainda hoje, depois de 40 anos, me orgulho e em que me procuro rever.
Almeida, o apelido do meu pai, foi nome de que o Cruzamento para Ancuabe se foi assenhoreando, muito, ou quase tudo, por reconhecimento à postura que os meus pais sempre tiveram na região onde se fixaram em Moçambique. O povo macua é genuíno e valoriza a gratidão..
Sendo o meu pai funcionário do I.A.M., não podia exercer actividade comercial. Fé-lo a minha mãe, após ter deixado de dar aulas no Ensino Primário de Ancuabe. Deslocando-se, diariamente, desde Ancuabe até àquele Cruzamento, onde tinha a loja, a minha saudosa mãe, que já era conhecida pela sua bondade intrínseca, saltitava de entre o balcão e a varanda do estabelecimento, levando a sua caixa de bisnagas de penicilina, com que ia procurando curar as crianças acometidas por um surto de conjuntivite. O seu relacionamento com as mulheres da povoação era já tão marcante que, como clientes ou como simples visitas, poucas seriam as que não vinham, logo pela manhã, saudá-la com os "Bons-Dias" e um sorriso sincero.
Recordei a minha saudosa mãe e recordei aquela boa gente do Cruzamento do Almeida, espelhadas nas paredes daquele edifício, que são testemunho vivo do labor e da sã convivência entre Gente que só tropeções da História poderiam ter separado.

sábado, 27 de abril de 2013

DE PEMBA AO METORO, ABRIL DE 2013



 Fotos que vão chegando, via mão amiga, que vive naquela terra linda, de saudade.
 Pedaços de chão macua, naquele Moçambique imenso,  que também trilhámos numa outra fase da vida e de que não é humanamente possível cortar todos os laços.

quarta-feira, 20 de março de 2013

A Catedral de Nampula

Um dos ex libris da bela cidade de Nampula. Foto de 2009.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

BILENE - FEV2013



Gente amiga, com dois "clic", dá-nos um simpático "olhar" da Praia de Bilene.... Fevereiro de 2013!



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O Sol natalício por terras de Moçambique....

.... brilha, como sempre, naquelas terras do Índico e da saudade!
Fotos de Gente amiga, comungando do mesmo amor às terras em que vivemos....


               Por de Sol em       PEMBA: 25/12/2012




                                      TOFO - INHAMBANE: 25/12/2012









quarta-feira, 4 de abril de 2012

Um Mergulho na Praia de Wimbi....

....em Abril de 2012, com imagens de Américo Francisco (Baixinho), residente em Pemba, a cidade do Norte de Moçambique que ostenta uma das mais belas baías do Mundo.
É uma viagem do meu imaginário.......um sonho de Páscoa!


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

É Carnaval...ninguém leva a mal!

Uma versão em changana, um dialecto moçambicano, do ora tão ouvido "Ai se eu te pego.."....

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Cabo Delgado!

Deslumbrantes as imagens, poética e conhecedora narrativa do autor, num vídeo de 2011, da que, me perdoem os amantes de todas as outras, que não desmerecem, considero ser a mais bela parcela de Moçambique.




sexta-feira, 4 de novembro de 2011

IBO em Outubro de 2011

Ilha lendária, tronco de miscigenação e cruzamento de culturas, no Arquipélago das Quirimbas e berço de Gente Boa com marcas no imaginário moçambicano!
Imagens cedidas por Naimo Vasco António, com raízes naquela Ilha.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PEMBA, postais de Outubro!

Nas imagens que trago ao Parrot, num breve olhar do Naimo V. António, ressalta, na vista aérea, a beleza e a dimensão da Baía de Pemba.
Para a descrever, socorro-me de um artigo publicado em 2008 pelo Diário de Notícias que tem, ainda, uma referência a uma das famílias mais conhecidas na então capital de Cabo Delgado, berço de alguns dos meus filhos:
"A baía de Pemba, situada na província de Cabo Delgado, passou a integrar o restrito clube das mais belas baías do mundo, um projecto nascido em 1997 e que visa preservar e promover internacionalmente espaços de grande beleza na ligação entre a terra e o mar.Pemba é a terceira maior baía do mundo, mais de 40 km de extensão, numa área de quase 150 km2 de superfície diversa, com estuários e mangais, superada, apenas, pelas baías de Guanabara (Brasil) e Sydney (Austrália).Antiga zona de Porto Amélia, na época colonial, foi atingida pela primeira vaga colonial portuguesa em 1857 (um grupo de 60 colonos minhotos, embarcados no Tejo no navio Angra, uma das referências históricas nas terras de macuas, macondes e muanis…) quando ali chegou liderada por um tenente da armada, Romero de seu nome, ainda hoje referenciado na ponta sul da boca de entrada da baía, tendo a oposta o nome do interlocutor dele na época, o régulo Said Ali,De Pemba é, também, Rui Andrade Pães, pintor, famoso desde o momento em que assinou as gravuras de Pipas de Massa, um livro infantil de Madonna, e da terra onde nasceu e cresceu guarda o fascínio "por anatomias e texturas", fixado "nos animais da tradição africana, que caminham e falam com consciência humana", e reconhece que ali, em Pemba, a luz lhe ensinou "a clareza das coisas". Ficou, para sempre, "com mente europeia e coração africano", e não são raras as referências a esse ilustre filho da baía de Pemba…!


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

QUELIMANE celebra a PAZ!

Na terra dos Bons Sinais, tal como noutros pontos de Moçambique, comemorou-se o Acordo de Paz de 4 de Outubro de 1992, celebrado em Roma e que pôs fim a uma guerra fratricida.
São desse dia de festa, em 2011, as imagens captadas pela objectiva do moçambicano Naimo Vasco António e que aqui reproduzo, esperando que a Paz seja sempre celebrada naquele país que não esquecemos e que a verdadeira Democracia continue a ser aperfeiçoada, pois só esse regime permitirá o Progresso e Bem-Estar e a concórdia entre todos os moçambicanos.
Os Sinais são Bons!....


domingo, 2 de outubro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pembistas em Fátima, 2011

Mais um encontro/convívio de pessoal que nasceu ou viveu em Pemba e seus descendentes.
Já é evento "institucionalizado", no mês de Setembro de cada ano!
Em nome da Saudade e da Amizade....de décadas!



domingo, 28 de agosto de 2011

Pinceladas e digital...



.... ou a arte espontânea, de quem a sente por dentro e, porventura, se terá inspirado nos aromas quentes da espuma do Índico.
"Pinceladas"(no próprio dizer dos autores), são as primeiras, de autoria dos meus amigos Victor Passos e Gilberto Jesus. Já o desenho digital tem a marca do Jaime Alves, de quem alguns trabalhos vêm enriquecendo este humilde blogue....que celebra Moçambique, o seu Povo e todos os que a ele, de algum modo, se sentem ligados!
Um abraço grato para eles......com o desafio de

que continuem fazendo Arte!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Quase um Roteiro Turístico....


.... de Moçambique, este texto de Naimo Vasco António, que trago até ao Parrot, pelos pontos de interesse descritivo daquele jovem e belo País:


Pemba, capital de praias paradisiacas, mulheres dolorosamente bonitas (a terra ja produziu uma Miss Portugal no tempo colonial, a Iris Santos de Jesus), e da simpatia humana; Nampula, capital do mussiro, da capulana colorida e acima de tudo, capital da primeira capital de Mocambique; Quelimane, capital de mulheres atraentes e simpaticas, da boa cozinha e daquilo que uma vez foi o maior palmar do mundo; Lichinga, capital do saborosissimo peixe do lago Tchambo, da muito visitada reserva dos elefantes, da batata reno miuda e do feijao manteiga; Tete, capital da cabritolandia, do malambi, do carvao e capital da terra com maior concentracao de Brazucas; Beira, capital do parque com a maior diversidade biologica do mundo (Gorongosa), dos tchungamoios e capital onde o nosso amigo Eugenio Jamal tem os seus aposentos; Chimoio, capital da boa fruta, do agroprocessamento, da madeira de qualidade (lembram-se do IFLOMA?), das codornizes, do ouro e da agua Vumba; Inhambane, claro e, capital da boa gente, da dependencia perpetua em relacao ao coco (sem o coco nao se cozinha), do investimento sul-africano no turismo (Vilankulos e as ilhas); Xai-Xai, capital de gente trabalhadora, da emigracao para as minas da Africa do Sul e daquilo que uma vez foi o celeiro da nacao, o regadio de Chokwe; Maputo, capital da nacao, de gente que gosta mais de debates do que de trabalho propriamente dito, dos comentadores politicos, analistas politicos, sociologos, moderadores, pesquisadores, enfim, de um batalhao de gente de colarinho brannco que muito fala e pouco faz....

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pemba, cercada de água...


.... por todos os lados menos por um. Tal como a definição que nos davam nos bancos escolares para Península!
Ela lá está, com a sua ponte de cais, o casario e as praias na orla marítima, de areias finas e um sol fiel. Pemba, a cidade que mergulha numa das maiores baías do Mundo!
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domingo, 24 de julho de 2011

A ardósia!


Sem palavras, minhas. Chegam as da criança!...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Maputo, com Gente dentro....

.... na objectiva do José Magalhães. E com o sol a esconder-se nos horizontes de fogo...


domingo, 17 de julho de 2011

Nacole, Pemba....















... onde o sol adormece rubro e sereno.......espelhando-se nas águas calmas...Adicionar imagem


terça-feira, 12 de julho de 2011

Alvorada em Maputo - Julho de 2011

Imagens do amanhecer de 3 de Julho último, pela objectiva do José Magalhães...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vamos à praia....da Macaneta!

Fotos recentes duma praia na região da capital moçambicana.
Bons mergulhos!...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Um outro amanhecer!





Foto obtida a partir da Costa do Sol, Maputo, Moçambique, há dois dias, por mão amiga. O que se pode denominar um instantâneo de rara beleza! Os barquinhos sobre as ondas, a mulher na apanha de bivalves na espuma da praia, emoldurados pelo despertar de fogo daquele sol, é um quadro vivo que desperta emoções!...